SEJA BEM VINDO AO PORTAL DE NOTICIAS ACESSO CRISTÃO - SEJA BEM VINDO AO PORTAL DE NOTICIAS ACESSO CRISTÃO
OBRIGADO PELA SUA VISITA - VOLTE SEMPRE
CLIQUE - AS 5 MAIS ACESSADAS DO MÊS NO PORTAL ACESSO CRISTÃO
Notícias da Igreja Católica Diocese de Coroatá
CLIQUE - FORMAÇÃO - CATEQUESE
CLIQUE E TENHA MAIS INFORMAÇÕES # SOU AMIGO ACESSO CRISTÃO
CLIQUE - NOTÍCIAS DE COROATÁ

Quaresma: A ciência da sede.



Leitores do Acesso Cristão a Paz de Cristo, este tempo tempo da quaresma vamos refletir um pouco sobre diversos temas, hoje A ciência da sede.

A promessa de Deus diante da escassez humana
A última frase pronunciada por Jesus no livro do Apocalipse é um convite: «Quem tem sede, venha». A «abundância» e «gratuidade» de vida que o filho de Deus oferece ao ser humano e a valorizar hoje a sua resposta.

Jesus promete-nos saciar a sede quando reconhecemos que somos «incompletos e em construção». Ele sabe quantos são os obstáculos que nos travam e quantas são as «derivas que nos retardam». Estamos «tão próximos da fonte e andamos tão longe». No desejo e na sede estão dois sentimentos em contraste: a atracão e a distância, o ardor e a vigilância. Por isso a pergunta a colocar é: desejamos Deus? Sabemos reconhecer a nossa sede? Damo-nos tempo para a decifrar?

Não é fácil reconhecer a sede de Deus
A sede priva-nos de respirar, esgota-nos, desgasta-nos. Deixa-nos sitiados e sem forças para reagir», afirmou, «leva-nos ao limite extremo.» «Percebe-se como não é fácil expor-se à sede.» Se tivéssemos de contar a parábola da nossa sede, prosseguiu, talvez emergissem os traços de Jean, o protagonista masculino de “A sede e a fome”, de Ionesco. É uma figura devorada por um «infinito vazio», por uma inquietação que nada parece poder aplacar e que o torna num «homem sem raízes, nem casa, incapaz de criar laços, perdido no vazio do labirinto em que escuta apenas o rumor solitário dos próprios passos».

A sede insatisfeita do homem de hoje
Eis a sede do homem de hoje. Uma sede que, explicou o P. Tolentino, «se transmuta numa enorme insatisfação, na desafeção em relação àquilo que é essencial, numa incapacidade de discernimento». O consumismo, hoje, não é apenas material, é também espiritual, e o que se diz de um ajuda a compreender o outro. O facto é que as nossas sociedades, que «impõem o consumo como critério de felicidade, transformam o desejo numa armadilha»: de cada vez que pensamos apagar a nossa sede numa «montra», numa «aquisição», num «objeto», a posse comporta a sua desvalorização, e isso faz crescer em nós o vazio. O objeto do nosso desejo é um «ente ausente», é um «objeto sempre em falta». Por isso, «o Senhor não cessa de nos dizer: “Quem tem sede, venha; quem deseja, beba gratuitamente a água da vida”».
EVANGELIZE - COMPARTILHE VIA

SOBRE - Acesso Cristão

Somos um Portal de Mídia da Igreja Católica da cidade de Coroatá-MA. Nossa missão é evangelizar levando informação e conteúdo a respeito da Santa Igreja