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ANO DA PAZ 2015

A 52ª Assembleia Geral da CNBB instituiu para ser iniciado no Primeiro Domingo Advento de 2014, o Ano da Paz.
Percebe-se como um alarme urgente e estridente, o endorsamento do tecido social, a desintegração familiar, o recrudescimento de todas as formas de violência, expresso de uma forma emblemática em uma cultura do linchamento como assistimos aturdidos e perplexos, na cruel e bárbara execução de uma mãe de família em Guarujá, São Paulo.
Como chegamos a isto? Como nos tornamos em uma massa movida pelos piores instintos de selvageria e retaliação?
A resposta certamente é complexa e variada: o abandono da fé em Deus instituições pela mais deslavada corrupção.
Todas estas causas estão interligadas, e juntas produzem esta situação letal que ceifa mais vidas que uma guerra regular.
O importante é reverter este processo mortífero e altamente destruidor da civilização, gerando e fazendo acontecer uma verdadeira cultura de paz.
Não apenas numa data, mas num ano, não apenas em caminhadas ou passeatas, mas em todos os âmbitos, não apenas em nível pessoal, mas recriando relacionamentos, pelo diálogo, a acolhida, a educação para a ternura e o afeto, a prática da não violência e da firmeza de princípios e valores, que devem ancorar e alicerçar, como afirma o Papa Francisco, uma autêntica cultura do Encontro, que visibilize e revele o rosto compassivo e misericordioso do Bom Pastor, que veio para dar e comunicar vida plena e harmoniosa para todos/as.
A 52ª Assembleia Geral da CNBB instituiu para ser iniciado no Primeiro Domingo Advento de 2014, o Ano da Paz.
Percebe-se como um alarme urgente e estridente, o esboroamento do tecido social, a desintegração familiar, o recrudescimento de todas as formas de violência, expresso de uma forma emblemática em uma cultura do linchamento como assistimos aturdidos e perplexos, na cruel e bárbara execução de uma mãe de família em Guarujá, São Paulo.
Como chegamos a isto? Como nos tornamos em uma massa movida pelos piores instintos de selvageria e retaliação?
A resposta certamente é complexa e variada: o abandono da fé em Deus instituições pela mais deslavada corrupção.
Todas estas causas estão interligadas, e juntas produzem esta situação letal que ceifa mais vidas que uma guerra regular.
O importante é reverter este processo mortífero e altamente destruidor da civilização, gerando e fazendo acontecer uma verdadeira cultura de paz.
Não apenas numa data, mas num ano, não apenas em caminhadas ou passeatas, mas em todos os âmbitos, não apenas em nível pessoal, mas recriando relacionamentos, pelo diálogo, a acolhida, a educação para a ternura e o afeto, a prática da não violência e da firmeza de princípios e valores, que devem ancorar e alicerçar, como afirma o Papa Francisco, uma autêntica cultura do Encontro, que vizibilize e revele o rosto compassivo e misericordioso do Bom Pastor, que veio para dar e comunicar vida plena e harmoniosa para todos/as.

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