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Comunhão na palavra com Dom Sebastião Bandeira Bispo da Diocese de Coroatá - Novembro.




“NOVO MILÊNIO”

“COMUNHÃO NA PALAVRA”, nº 228- novembro de 2016.

“Fazei isto em memória de mim” Lc. 22,19

Neste mês, em que recordamos a proclamação da República, onde muitas escolas públicas foram ocupadas pelos estudantes e professores, manifestando a sua indignação contra as medidas provisórias do Governo Temer, sobre a reforma do ensino médio e o teto das despesas por 20 anos, como da educação, saúde, etc., realizaremos a nossa IX Assembléia Diocesana de Pastoral. Este evento será um momento forte para resgatar a história da caminhada dos 40 anos da Diocese, fazendo memória do sofrimento e vitórias alcançados, buscando força e respostas para os desafios atuais e futuros da Diocese de Coroatá. Durante a assembléia, celebraremos a conclusão do Ano Santo, em nossa Igreja particular.
A memória é uma dimensão importante tanto para indivíduo, quanto para um povo. Recordar é um dever gostoso. Perder a memória é um delito. O povo hebreu reconhecia a importância de conservar a memória de um povo que venceu graças à ação poderosa de Deus. Esta história deveria ser contada de geração em geração para não ser jamais esquecida. Isto era lei. “Aquilo que ouvimos e aprendemos e nossos pais nos contaram, não o encobriremos a nossos filhos, nós o contaremos a geração seguinte: as glórias do Senhor e seu poder e as maravilhas que realizou... para que ponham em Deus sua esperança” Sl 78, 3-7. Jesus Cristo vai nos deixar a ordem de fazer memória, de atualizar sempre, aquele gesto fundamental de sua vida, a sua entrega por amor, a cada um de nós, na cruz, celebrado na eucaristia.
A memória pode ser considerada nos diferentes valores. A memória como garantia de identidade.  A recordação nos ajuda a compreender o que somos, e a definir o nosso papel no mundo. Fazer memória da nossa fé é testemunhar Cristo morto e ressuscitado, fundamento de nossa identidade cristã. Memória como princípio de ação. Quando recordamos nossas falhas pedimos perdão, quando lembramos dos benefícios, agradecemos. Recordar Jesus Cristo nos impele que sejamos cada vez mais como Ele. Memória, como a raiz da esperança.  Não é saudosismo que nos leva a paralisia, ou não querer ver o presente e o futuro. Esperar é esperançar. È tornar o futuro presente, com a nossa participação e a certeza de que Deus continua agindo hoje e continuará sempre. A memória pode ser uma grande força para unir, libertar e celebrar. Como resgatar a memória dos que nos precederam na família, nas nossas comunidades e onde vivemos?
Por favor, reze pelo bom êxito de nossa assembléia,
Seu irmão e amigo,

D. Sebastião Bandeira.
 

http://www.acessocristao.com.br/p/comunhao-da-esperanca.html Leia os outros meses do artigo - Comunhão na palavra com      Dom Sebastião Bandeira Bispo da Diocese de Coroatá
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