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Bispo Dom Sebastião Bandeira - Eles o reconheceram no partir o Pão.



 Comunhão da Palavra
Eles o reconheceram no partir o Pão. Lc.24,35

Dois acontecimentos eclesiais quero destacar neste mês. O primeiro é a abertura do Ano jubilar de nossa igreja diocesana, que tem como tema 40 anos da Diocese de Coroatá: memória, testemunho e esperança e traz como lema “Fazei isto em memória de mim”. O outro é a realização do XVII Congresso Eucarístico Nacional, em Belém, que refletirá sobre “Eucaristia e partilha na Amazônia Missionária”. Somos convidados a vivenciar este momento em comunhão com a Igreja de Belém e de todo país. O lema   escolhido par o congresso foi:

 Os discípulos de Emaús estavam resgatando a sua memória, com muita amargura e saudade. Ouvindo as palavras do companheiro de caminhada, sentiam aquecer o coração e reacender a chama da esperança. Mas o momento em que eles reconhecem a presença de Jesus é na hora do partir o pão. É o mesmo Jesus que partiu e distribuiu o pão na ceia pascal, antes de morrer. Aquela ceia, que Ele prometeu comer novamente só quando se cumprisse o reino de Deus, tornou-se memorial do Senhor nas comunidades cristãs. Era assim que Deus queria ser lembrado e conhecido e ficar sempre no meio de seu povo de geração em geração.

 É sempre Jesus que toma iniciativa. Mas se Jesus desaparece logo que eles o reconhecem é para os advertir que não se trata de uma visão extraordinária, mas do normal caminho da fé que conduz ao encontro com Cristo vivo na Eucaristia, na convivência fraterna, na escuta da Palavra e no compromisso dos cristãos. Não são feições físicas que permitem reconhecer a Jesus ressuscitado como o mesmo que foi crucificado, mas o gesto distintivo de sua existência: a fração do pão. A fração do pão é portanto, memória, presença, testemunho e anúncio de Jesus ressuscitado no meio do seu povo.

 Queremos neste jubileu fazer memória de nossa caminhada, não com saudosismo, nem com pessimismo, nem com triunfalismo, mas com o olhar do discípulo que percebe ação de Deus na história, através de nossas ações, com erros e acertos. Como poderemos resgatar e construir a memória de nossa Igreja para que ela seja fiel aos acontecimentos, a partir da opção preferencial pelos pobres e nos ajude a pensar o futuro? O que poderemos fazer para viver este ano jubilar para que seja um ano de graça para nossa Igreja diocesana, tornando a mais alegre, justa, misericordiosa e missionária?

Rezemos e nos empenhemos pelo bom êxito de nosso jubileu. Seu amigo D. Sebastião.

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