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Maria da esperança ao pé da Cruz


Ao ler no Evangelho de São João as passagens que fazem referência a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, nos deparamos com uma cena muito impactante se nos deixamos tocar pela Palavra de Deus. No capítulo 19 desse livro, encontramos Jesus na Cruz, prestes a morrer e tendo um último diálogo com sua mãe que estava ali ao pé da Cruz. Que momento tão doloroso foi esse para Maria. Surge a pergunta de como ela pôde ficar de pé junto a Cruz de Jesus? De onde vinha essa força para acompanhar seu Filho nesse momento no qual a morte parecia estar vencendo mesmo a Deus?
Maria ao pé da cruz
Acredito que podemos vislumbrar essa resposta olhando para toda a vida de Jesus e de Maria. De fato, o momento da Cruz é o fim do caminhar terreno de Jesus, é o ápice da entrega de Jesus por cada um de nós, que precede a Ressurreição. Nestes 33 anos percorridos até este momento, encontramos nas escrituras que Jesus foi crescendo em estatura e graça. Será que Maria também não foi crescendo espiritualmente nesse tempo que passou com seu Filho?
 
"De onde vinha essa força para acompanhar seu Filho nesse momento no qual a morte parecia estar vencendo mesmo a Deus?"
Com certeza! Lembremo-nos daquela passagem na qual Jesus agradece ao Pai, “porque ocultastes essas coisas dos sábios e inteligentes e as revelastes aos simples” (Mt 11,25). Quem melhor representa essas pessoas simples e humildes, de coração aberto a Deus, que Maria? Em todo o tempo que passou com Jesus em sua infância, quantas vezes não deverá ter meditado nas passagens das escrituras que falavam sobre o Messias, seu Filho? No livro “Em Companhia de Maria” de Luis Fernando Figari, fundador do Sodalício de Vida Cristã e do Movimento de Vida Cristã, podemos ler: “A Leitura do Salmo 21 (22), daquelas passagens onde se descobre uma descrição da Paixão do Senhor, escritas centenas de anos antes de que acontecesse, sem dúvida foram um lugar frequentado assiduamente por Nossa Senhora.”
Maria cresceu junto com seu Filho. Ela foi gradualmente se conformando com Ele. As escrituras, que ela conhecia muito bem, iluminadas pela Vida de Jesus, que ela com certeza conhecia também perfeitamente, foram preparando-a para esse momento supremo de dor. Mas estar preparada não significa estar imune a dor. Ela realmente recebeu essa “espada que traspassará seu coração” como tinha escutado no templo, quando Jesus tinha apenas chegado a este mundo. Se Jesus viveu a sua Paixão, Maria viveu sua compaixão. Sofreu realmente com Ele.
Do que serviu então todo esse tempo de preparação, crescimento espiritual e conformação com seu Filho Jesus? Serviu para que ela pudesse ter a esperança segura de que a morte não tinha a última palavra. Santo Ambrósio dizia que Maria, ainda que piedosamente vivesse o tormento da Cruz, “sabia que da morte do seu Filho brotava a redenção do mundo.” Ela confiava no cumprimento das promessas de Deus. Como confiou a vida inteira, continuou confiando no momento decisivo da morte de Jesus.
Essa cena, tão simples e tão profunda, com certeza nos ilumina em nossa própria vida cristã. É certo que não existe cristianismo sem cruz do mesmo modo que não há vida sem sofrimento. Saber lidar com as cruzes das nossas vidas é algo fundamental se queremos ser realmente felizes. E a melhor pessoa para nos ensinar a carregar nossa cruz, além do próprio Jesus, é sua Mãe, Maria. Junto com ela aprenderemos a ter esse olhar de esperança, que não fica olhando apenas a cruz, mas que a transcende porque confia na promessa de Deus de que depois da morte, está a Ressurreição.
Ensinar-nos como ser cristãos é, de fato, a missão de Maria. Nessa mesma passagem Jesus faz isso explícito ao dizer a sua mãe: “Mulher, eis ai o teu filho.” Somos realmente filhos de Maria! E ela, como mãe amorosa, está ansiosa para que aprendamos a viver como seu Filho Jesus. Deixemos que ela nos conduza até Jesus, que nos guie pelas cruzes de nossas vidas para que possamos chegar, esperançosos, no dia da Ressurreição prometida por Deus.

FONTE: A12

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