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PALAVRA DO PASTOR DA DIOCESE DE COROATÁ, MÊS DE SETEMBRO.

Alegrai-vos comigo, encontrei o que havia perdido. (Lc.15)
Em comunhão com a Igreja do Brasil, queremos neste mês, conhecer melhor o evangelho de Lucas que sem dúvida é o evangelho da misericórdia, do Espirito e da alegria de oferecer o perdão. Em nossa diocese, a alegria, neste mês será bem concreta: estaremos lançando a Campanha dos Amigos do Seminário, uma forma de envolver mais os nossos cristãos no processo formativo dos seminaristas e a ordenação presbiteral do diácono Paulo Maran, na cidade de Codó, paróquia de São Francisco. A alegria e a festa de Deus por encontrar o que estava perdido é uma das características do terceiro evangelho. No centro do mesmo, encontramos as três parábolas que as chamamos de parábolas da misericórdia. A ovelha perdida, ( Lc. 15,4-7), a moeda perdida (Lc, 15,8-10) e do filho perdido (15, 11-32). Cada parábola aparece com detalhes e aspectos interessantes para entender o que significa o amor infinito de Deus. O verbo “perder” se repete oito vezes neste capítulo. Nas parábolas, existe um itinerário comum: perder, procurar, reencontrar e festejar. É uma grande alegria, resultado de um reencontro ansiosamente esperado. A alegria não é motivada por ganhos materiais, mas pelo afeto incondicional, gratuito, independente das atitudes daquele que se perdeu. Lucas mostra que a verdadeira alegria nasce do seguimento de Jesus, do agir misericordioso, do desprendimento constante, do se deixar levar pelo Espírito e da experiência profunda de que Jesus Cristo morto e ressuscitado é Boa Nova para toda ahumanidade. Esta é uma alegria especial: é de alguém que sofria a perda, a ausência, a necessidade de ir buscar, sem descansar até reencontrar para voltar a restabelecer a felicidade original. O papa Francisco, recentemente afirmou: “A verdadeira alegria nasce do encontro, da relação com os demais, nasce do sentir-se aceito, compreendido e amado. Nasce da gratuidade de um encontro. É ouvir dizer: tu és importante para mim, eu te amo verdadeiramente, eu conto contigo”. Como agentes de pastoral, somos convidados a fazer a experiência desta alegria, que será o resultado de nossas atitudes pessoais, e das estruturas eclesiais, onde atuamos. Por isso lhe pergunto: o que significa procurar os “perdidos”, na sua vida concreta?Você tem se arriscado acolher alguém que por longos anos errou publicamente, mas que agora manifesta sinais de diálogo e conversão ? Como a Palavra de Deus está ajudando ás nossas comunidades a se tornarem uma rede, superando todo fechamento e desanimo, evitando muitas formas defugas e abandono da vida crista? Á todos invoco as bênçãos generosas de Deus.D. Sebastiao Bandeira.

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