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Amar a Deus sobre todas as coisas neste Ano da Fé



Compreender mais profundamente o fundamento da fé cristã. Este é o chamado para o Ano da Fé, que começou no dia 11 de outubro e termina em 24 de novembro de 2013. Vamos conhecer cada um dos 10 mandamentos de Deus, os cinco mandamentos da Igreja e em seguida os sete sacramentos. Vamos refletir sobre o primeiro mandamento de Deus: ‘Amar a Deus sobre todas as coisas’. A Igreja nos propõe um caminho para viver esse mandamento, que Irmão Gilberto divide em dois grupos: o que devemos viver e o que devemos evitar. Mestre, que devo fazer de bom para ter a vida eterna?” (Mt 19,16Com essas palavras, o jovem rico pergunta a Jesus como ser feliz para sempre. A felicidade e a vida eterna é o que anseia todo coração humano. E Jesus dá a resposta para ele: “Se queres entrar na vida, observa os mandamentos.” (Mt 19,17). Longe de ser uma imposição, que limita a nossa liberdade, é caminho de amor. Jesus sabiamente nos aponta esse caminho para que possamos ser livres. Ele quer que nosso coração seja plenamente preenchido pela vivência do amor a Deus (três primeiros mandamentos) e ao próximo (os outros sete). Os 10 mandamentos também são chamados de “Decálogo”, que significa literalmente “dez palavras”. Essas “dez palavras” Deus deu a Moisés no monte Sinai, para que o povo eleito pudesse viver em harmonia. Imaginemos se vivêssemos uma anarquia, em que cada um pudesse fazer o que quisesse, sem nenhum limite. 
O mundo seria um completo caos. Lembremos que o pecado entrou no mundo porque o homem quis fazer o que queria, quis “ser como Deus”. Maria foi aquela que mais amou e viveu em plenitude os mandamentos. É seguindo o seu exemplo e guiados pelas mãos maternais de nossa querida Mãe Aparecida que buscaremos nos aprofundar, nesses dias, em cada um dos mandamentos, através de uma série mandamentos do nosso Portal. Hoje começamos com o primeiro deles: Amar a Deus sobre todas as coisas. Primeiro mandamento: Amar a Deus sobre todas as coisas (ver Ex 20, 2-5 e Mt 22, 37).
Esse mandamento nos convida a crer que Deus seja o centro de nossas vidas. Somos chamados a acreditar, confiar, dar testemunho d’Ele e amá-Lo com todas as nossas forças. Se a minha fé, esperança e o amor (caridade) não estão primeiramente depositadas em Deus, devo revisar-me. No caso do jovem rico, de quem falamos acima, o apego ao dinheiro vinha em primeiro lugar. Como deve ter se sentido triste Jesus ao ver aquele jovem dando as costas a Ele porque não conseguia desapegar-se das suas riquezas? A Igreja nos propõe um caminho para viver esse mandamento, que dividiremos em dois grupos: o que devemos viver e o que devemos evitar.

O que devemos viver A adoração: reconhecê-lo como Deus e Pai-Nosso. A participação na Missa, a adoração ao Santíssimo podem ser formas de adorar a Deus.
A oração: agradecer, suplicar e pedir sua intercessão. Deus é nosso amigo, portanto devemos confiar n’Ele e sempre conversar com Ele.
 O sacrifício: toda ação que busca nos unir mais a Deus
Promessas e votos: coisas que nos comprometemos diante de Deus para ficarmos mais próximos d’Dele. A devoção à Nossa Senhora Aparecida e tantas promessas que são deixadas diariamente na Sala das Promessas são um meio muito querido para crescer no amor a Deus. Vale apenas lembrarmos que as promessas que fazemos a Deus devem ser gratuitas (não é o que alguns costumam fazer: farei isso se receber aquilo...). Deus me dá sempre o melhor, mas nem sempre o melhor para mim é o que eu estou pedindo.

O que devemos evitarEvitar os pecados contra a fé: A incredulidade, a heresia (negação pertinaz ou dúvida, após a recepção do Batismo, de qualquer verdade que se deve crer com fé divina e católica), a apostasia (repúdio total da fé cristã) e o cisma (recusa de sujeição ao Papa ou da comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos); Evitar os pecados contra a esperança: o desespero (duvidar que Deus realmente pode nos salvar e perdoar nossos pecados e a presunção (acreditar que podemos nos salvar sem a ajuda de Deus); Evitar os pecados contra o amor a Deus: a indiferença, a ingratidão, a tibieza, a acídia e o ódio;
 A superstição: perda do correto sentido da religião;
 A idolatria: divinizar aquilo que não é Deus;
 A adivinhação ou magia: como consultar horóscopos, astrologia, interpretação de presságios e da sorte, quiromancia, etc.;
 Tentar a Deus: colocar Deus à prova por pensamento, palavra ou obra;
 O sacrilégio: profanar as coisas de Deus;
A simonia: venda ou compra de coisas espirituais;
 O ateísmo: rejeição ou negação a Deus;
 O agnosticismo: indiferença quanto à existência de Deus, dizendo ser “impossível provar”.
 Se quiser se aprofundar um pouco mais no conteúdo dessa matéria, poderá encontrar informações no Catecismo da Igreja Católica, dos números 2052 ao 2141.
 Que Nossa Senhora nos ajude a amar a Deus como Ela o amou!

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