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Paraenses é tratado com indignidade pelo governo.

 Assembleia Geral, jornalistas de vários órgãos de comunicação do Brasil participaram de mais uma coletiva de imprensa.
 Participaram do encontro o arcebispo de São Paulo (SP), cardeal Odilo Pedro Scherer; o bispo de Ipameri (GO) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Guilherme Antônio Werlang, e o bispo da prelazia do Xingu (PA), Dom Erwin Kräutler.
 Foram abordados vários assuntos como o fundo que está sendo criado pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) para ajuda às dioceses mais pobres e com menos recursos.
 A intenção é fazer com que a igreja consiga formar mais novos seminaristas e padres que pertencem a dioceses sem condições financeiras para mantê-los.
 Durante o encontro com os jornalistas, o bispo da prelazia do Xingu (PA), Dom Erwin Kräutler, ressaltou a questão da construção da Hidrelétrica de Belo Monte que está construída na cidade de Altamira (PA).
 Segundo Dom Erwin, a cidade vive um verdadeiro caos. Os hospitais e escolas não têm vagas para oferecer aos moradores e os trabalhadores sofrem com jornada de trabalho forçada e más condições de moradia e transporte.
 “A cidade vive um drama. A prostituição é vista nas ruas, no centro da cidade. O salário dos trabalhadores é péssimo. Uma verdadeira calamidade e o governo não cumpre o que prometeu. Eu hoje acuso o governo de tratar o povo do Pará com indignidade, como pessoas de segunda categoria. Isso não pode continuar”, desabafou Dom Erwin.
 O próximo encontro entre a imprensa e os bispos acontece amanhã, às 15h. Hoje ainda vai acontecer uma sessão solene, às 18h em comemoração ao Concilio Vaticano Segundo.
 Greve em Altamira - O sindicato dos operários Sintrapav e o Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM) confirmou hoje o início da greve de trabalhadores nas obras da usina hidrelétrica Belo Monte. A paralização já era prevista, tendo em vista que que não foram aceitas todas as proposta apresentadas pelos empreendedores.
 Cerca de 7 mil trabalhadores contratados trabalham atualmente nas cinco frentes de obras da usina, além de outros 2 mil terceirizados, informou o CCBM, acrescentando que ainda não é possível confirmar quantos aderiram à greve.
 Operários teriam bloqueado o travessão 27 da Transamazônica, que permite o acesso às unidades de obra Sítio Pimental e Canais e Diques, segundo o CCBM.
 A greve, sem prazo para terminar, ocorre após os trabalhadores não conseguirem reduzir o tempo entre os recessos para visitar as famílias (baixada) e nem o aumento do vale alimentação, conforme pedido, de 95 para cerca de 300 reais.
 Os trabalhadores da usina haviam iniciado a paralisação no final de março, mas aceitaram retomar as atividades para que a pauta de reivindicações fosse avaliada pelo Consórcio Construtor.
 Na semana passada, após não acordarem sobre todos os temas, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção Pesada (Sintrapav) notificou os empreendedores sobre o início da greve.
 A usina hidrelétrica Belo Monte está sendo construída no rio Xingu, em Altamira (PA), e terá cerca de 11 mil megawatts (MW) de potência instalada quando estiver concluída.
 A entrada em operação está prevista para 2015.
 A empresa Norte Energia é responsável pela usina e tem entre os acionistas Eletrobras, Cemig e Light, além de Neonergia, Petros, Funcef, entre outras.



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